Objetificação da mulher: o que você precisa saber para combatê-la

objetificação da mulher

Oi, galera! Como vocês bem sabem, nos dias de hoje tudo muda muito rápido, de tecnologias até comportamentos. Isso é super positivo, especialmente no caso dos avanços conquistados pelas mulheres e pelos LGBTQ+. Se há pouco tempo a objetificação da mulher era comum, por exemplo, hoje já é algo combatido.

Este é um dos assuntos mais abordados pelo movimento feminista, que entende que essa objetificação é uma das raízes de problemas sérios, como o estupro e a violência doméstica, por exemplo. Portanto, entender como combatê-la é um assunto urgente. Quer saber mais sobre o tema? Continue lendo este post!

O que é a objetificação da mulher?

Como o próprio termo já diz, objetificação significa tratar um indivíduo como objeto. Ou seja, deduzir que a pessoa em questão não tem desejos, emoções, anseios nem função que não seja “decorativa”, por assim dizer.

Nesse caso, quando se refere à objetificação da mulher, fala-se sobre a banalização da imagem das mulheres. Vivemos em uma cultura na qual a aparência feminina, em muitos casos, é a única coisa que importa. É possível observar isso em diversos aspectos e momentos, como na publicidade e até no mercado de trabalho, quando algumas vagas têm exigências relacionadas à aparência física.

Como combatê-la?

Para combater a objetificação feminina, que vêm atrelada à hipersexualidade e desvalorização das mulheres enquanto indivíduos, existem políticas e boas práticas que devem ser seguidas. Conheça algumas delas!

Identificando a objetificação da mulher

O machismo está tão intrínseco em nossa cultura que se tornou estrutural e, por isso, muitas vezes passa despercebido até mesmo para as mulheres, que acabam reproduzindo alguns comentários e práticas.

Então, se você quer ajudar a combater esse problema, é fundamental que aja assim que perceber uma situação em que a mulher é objetificada. De que forma? Identificando esse comportamento e alertando os envolvidos, tanto aqueles que estão tratando-a como objeto, quanto a vítima. Sempre que possível, procure utilizar um tom educativo e informativo, a fim de conscientizar.

Conscientizando as pessoas sobre a questão

Conscientizar está relacionado à identificação da objetificação feminina. Entretanto, merece um tópico à parte, visto que ela deve começar muito antes da existência do problema. 

Devemos utilizar todos os meios possíveis para que, desde crianças, os meninos sejam educados para respeitar as mulheres e tratá-las com respeito. Além disso, ações de conscientização também podem e devem ocorrer em outras fases. Aqui entram campanhas comunicacionais, palestras e até mesmo conversas com homens que fazem parte do seu círculo de convivência.

Sendo ativista

Por fim, vale lembrar sempre do ativismo como uma ferramenta para transformar a realidade e combater problemas sociais, como a homofobia e o machismo, e até ambientais, como a exploração animal.

Portanto, se esse é o seu objetivo, você pode procurar um coletivo ou movimento social da sua cidade e se engajar nele. Os grupos feministas geralmente trabalham muito com essas questões e podem ser um ótimo espaço para você fazer a sua parte.

Combater a objetificação feminina e outros problemas decorrentes dela, como violência doméstica e sexual, é possível, mas necessita de um esforço conjunto de todos que estão dispostos a isso. Agora que você já sabe como fazer, é o momento de se engajar nessa luta e ajudar a construir um mundo melhor para todos.

Quer conhecer outra forma de lutar contra a objetificação da mulher? Então leia nosso texto sobre empoderamento e feminino e descubra porque essas duas questões têm tudo a ver!

 

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