Afinal, como ter uma vida saudável sem interferência da mídia?

Vida saudável: como adquiri-la sem a interferência da mídia?

Os hábitos alimentares e cuidados com a saúde passaram por transformações nos últimos anos, especialmente em função do maior acesso à informação, seja por meio de programas televisivos, seja por redes sociais ou reportagens em jornais e revistas. Mas, embora a mídia exerça uma grande influência no comportamento das pessoas, nem sempre a vida saudável é corretamente retratada.

Muitos itens alimentícios, dietas ou mesmo hábitos veiculados nos vários canais de mídia não são tão saudáveis quanto aparentam. Produtos cheios de sódio, açúcar, conservantes e corantes, alimentos transgênicos ou mesmo propostas restritivas de alimentação, com fins estéticos, podem trazer vários danos ao organismo e comprometer a saúde. 

Além disso, hábitos errados, como fazer as refeições em frente à televisão ou computador, também levam os indivíduos a comer mais do que o necessário, sem prestar atenção à qualidade ou à quantidade dos alimentos ingeridos. 

Quer saber como ter um olhar mais crítico com relação à publicidade e manter uma vida equilibrada? Então, confira, em nosso artigo, a importância de buscar fontes de informação confiáveis e adotar atitudes mais sustentáveis em sua vida.

Confira a importância de manter uma vida saudável

A quantidade de pessoas obesas ou com sobrepeso vem crescendo nos últimos anos. De acordo com estatísticas do Ministério da Saúde, os índices de obesidade aumentaram quase 60% no Brasil no período de uma década, entre 2006 e 2016. A Organização Mundial da Saúde (OMS), inclusive, considera a obesidade como uma epidemia.

Conforme o estudo do Ministério da Saúde, um em cada cinco brasileiros (ou 18,9% do universo pesquisado) é obeso, e mais da metade da população nas capitais (54%) tem sobrepeso. O dado mais preocupante é que esses índices estão crescendo especialmente entre a população jovem. Na faixa etária entre 18 e 24 anos, houve um aumento de 110% nas taxas de obesidade. 

A grande preocupação é que isso leva ao desenvolvimento de diversas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão. Além disso, outros problemas podem surgir em função do aumento de peso, como:

  • complicações cardíacas e circulatórias associadas à elevação das taxas de colesterol no sangue;

  • problemas nas articulações dos joelhos e tornozelos;

  • asma e doenças respiratórias;

  • apneia do sono;

  • alguns tipos de câncer. Segundo o American Institute for Cancer Research, o aumento de peso está relacionado à elevação do risco de desenvolver a doença em órgãos como endométrio, esófago, pâncreas, rins, vesícula, mamas (especialmente em mulheres pós-menopausa), ovários, fígado, próstata, boca, laringe e faringe;

  • esteatose hepática;

  • alterações hormonais e até mesmo infertilidade.

Além de tudo isso, como consequência do excesso de peso, surgem outras limitações, como fadiga, indisposição e baixa imunidade, responsável pela redução das defesas do organismo contra diversas doenças oportunistas. Ou seja, o excesso de peso causa uma redução significativa da qualidade de vida.

Vale lembrar que não são apenas os maus hábitos alimentares os responsáveis pelo comprometimento da saúde. O sedentarismo, o consumo de substâncias como álcool ou tabaco em excesso e mesmo o uso de medicamentos sem necessidade ou prescrição médica são igualmente prejudiciais.

Entenda a influência da mídia nos hábitos alimentares

Apesar de muitos alimentos serem prejudiciais à saúde, nem sempre a publicidade deixa isso claro. Exemplos de situações assim não faltam: quem nunca viu um anúncio de cereal infantil, que é vendido como produto saudável, mas tem açúcar em excesso? Ou de polivitamínicos, utilizados indiscriminadamente, sem que o indivíduo saiba quais são as suas reais necessidades?

Existem vários problemas relacionados ao consumo de tais produtos. No caso dos cereais, por exemplo, a própria OMS recomenda que crianças não consumam açúcar antes dos dois anos de idade. Apesar disso, vários alimentos infantis são adoçados. Isso, sem contar o excesso de farinha branca e ingredientes refinados, que também são responsáveis pelo aumento da obesidade e sobrepeso.

Já o uso indiscriminado de polivitamínicos ou mesmo de medicamentos comercializados como fitoterápicos acarreta vários danos, desde o fato de eventuais carências serem mascaradas até intoxicações. 

Produtos vendidos com promessas milagrosas de emagrecimento, por exemplo, podem conter cafeína em excesso ou outras substâncias que aceleram os batimentos cardíacos e podem causar problemas em pessoas mais suscetíveis a esse tipo de complicação.

Mesmo o uso de medicamentos aparentemente inofensivos é perigoso, já que muitos são metabolizados no fígado e podem prejudicar o funcionamento do órgão, enquanto outros sobrecarregam os rins. Isso, sem contar o risco de interação medicamentosa. 

Mesmo assim, todos esses produtos costumam ser anunciados em vários canais de mídia como soluções inofensivas para problemas comuns. Anti-inflamatórios, antigripais, suplementos alimentares, fitoterápicos, alimentos ultraprocessados, entre outros, são vendidos livremente e contam com farta propaganda. 

Além disso, vários produtos comercializados como itens de conveniência vêm ganhando espaço nas gôndolas e na vida moderna, com a proposta de, supostamente, facilitar o dia a dia corrido das pessoas. Normalmente, tais alimentos são ultraprocessados e contêm vários ingredientes prejudiciais à saúde, mesmo sendo comercializados como saudáveis. 

Saiba como a mídia exerce pressão para que as pessoas tenham uma vida não tão saudável

O problema da influência da mídia vai muito além da divulgação de produtos pouco saudáveis. Em muitos casos, determinados itens são mostrados como uma forma de status social ou estilo de vida, induzindo o consumidor a acreditar que não existem problemas em relação a seu consumo. Isso ocorre, por exemplo, no caso de bebidas alcoólicas e refrigerantes. 

Esse tipo de pressão vem de várias fontes. As novelas brasileiras e demais programas televisivos têm grande influência na propagação de hábitos alimentares. Por essa razão, é fundamental que as pessoas se informem sobre alimentos cujo consumo em excesso traz danos à saúde e encarem as informações da mídia com olhar crítico.

Vale destacar que os anúncios, muitas vezes, são bastante sutis e surgem em meio à atração televisiva, na forma de merchandising. Ou seja, o consumidor é levado a acreditar que determinado produto é saudável porque um artista ou celebridade declarou utilizá-lo ou mesmo em função de ter aparecido em uma cena de novela.

Em alguns casos, como anúncios direcionados ao público infantil, que não tem capacidade crítica, já existe, desde 2014, uma resolução que limita a propaganda mercadológica com intenção de persuadir a criança. Os cigarros e demais produtos derivados de tabaco, por sua vez, também têm a publicidade controlada e precisam divulgar os riscos relacionados ao seu uso.

Porém, para a maior parte dos produtos, não existe limitação à veiculação publicitária. Até mesmo algumas reconhecidas marcas de fast food tendem a persuadir o público divulgando a saudabilidade de alguns itens de seu cardápio. Embora alguns alimentos possam realmente não causar grande comprometimento à saúde, sempre são acompanhados de refrigerantes ou bebidas açucaradas e itens fritos em imersão. 

Assim, é fundamental entender a procedência dos produtos consumidos e sua forma de preparo. Se for consumir, tenha bom senso e equilíbrio e evite fazer disso um hábito. 

Aprenda a ler rótulos e combata hábitos alimentares negativos

Como mencionamos, produtos muito processados, com excesso de açúcar, sal, gorduras, conservantes ou corantes, devem ser consumidos com bastante moderação. Mesmo que sejam anunciados como saudáveis, é fundamental conferir os rótulos e entender sua composição. 

Apenas a título de exemplo, uma inocente barrinha de cereal pode não conter a palavra “açúcar” na descrição dos ingredientes, mas, sim, elementos como dextrose, maltodextrina, xarope de glicose, xarope de milho, frutose ou mel. Ou seja, são adoçados da mesma forma.

Embora o açúcar mascavo e o orgânico proporcionem algumas vantagens em relação ao refinado, na prática, também contribuem para o aumento de peso e elevação das taxas de insulina. Assim, o ideal é treinar o paladar para consumir cada vez menos produtos adoçados.

Mesmo sucos e chás prontos contêm uma grande quantidade de açúcar. Observe no rótulo, também, a proporção real de suco de fruta presente na composição, a qual costuma ser bastante baixa. Uma dica é entender que o ingrediente presente em maior quantidade na composição do produto é o primeiro da lista.

Sobre os rótulos dos alimentos embalados, é fundamental saber, ainda, que, muitas vezes, os ingredientes são mascarados pelos fabricantes. De acordo com a legislação, qualquer item que pese menos do que 0,5 grama pode ser considerado como zero. E, normalmente, as embalagens não listam a quantidade total dos ingredientes naquela embalagem, mas de acordo com a porção unitária. 

Assim, é permitido que o fabricante estabeleça que uma determinada embalagem tem 10 porções do alimento zero açúcar, sendo que, na quantidade total, existe açúcar, e, se você consumir duas ou três porções de uma vez, estará ingerindo o ingrediente sem saber. 

O mesmo vale para a gordura, como no caso das margarinas (que contêm gordura trans). Ela também pode estar disfarçada em diversos itens alimentícios, como bolos industrializados, pães e biscoitos. Por essa razão, sempre que possível, opte pelo preparo caseiro dos alimentos, utilizando produtos de qualidade e com menor quantidade de gordura saturada.

Além da leitura atenta dos rótulos, parta do princípio de que qualquer produto embalado é menos saudável do que sua versão in natura. Alguns alimentos enlatados são um exemplo disso, pois, para ter sua durabilidade aumentada, recebem aditivos químicos diversos, além de sódio. Em resumo, vale mais a pena descascar do que desembalar!

Evite dietas prejudiciais ao corpo e ao meio ambiente

Além de os produtos processados conterem ingredientes nocivos ao organismo, normalmente, geram uma grande quantidade de resíduos, que são descartados de forma inadequada, sem que sejam encaminhados para reciclagem. Exemplos disso são embalagens de refrigerantes e sucos, latas de alimentos ou bebidas, canudos plásticos e recipientes em vidro ou plástico para armazenar os produtos. 

Embora todos esses materiais possam ser reciclados, sendo transformados novamente em matéria-prima, a ausência de serviços adequados de coleta ou mesmo a falta de informações fazem com que eles sejam encaminhados aos aterros sanitários comuns, contribuindo para a sua sobrecarga. Isso, quando não atingem rios e mares, o que aumenta a poluição e causa diversos problemas ao ecossistema.

Na ponta oposta, o consumo de frutas, hortaliças e outros ingredientes naturais gera somente resíduos orgânicos, que se decompõem rapidamente e não agridem o meio ambiente

Além desse aspecto, não restam dúvidas de que são mais benéficos ao organismo. Sempre que possível, prefira alimentos orgânicos, que não utilizam produtos químicos em seu processo produtivo.

Dietas da moda e seus reflexos na saúde

Uma das grandes influências da mídia diz respeito às dietas e aos hábitos alimentares. Basta ver a quantidade de páginas na internet dedicadas ao tema, o crescimento do número de seguidores de influencers que divulgam suas preferências (muitas vezes exóticas) e resultados com mudanças alimentares ou mesmo celebridades que afirmam consumir determinados produtos. 

Todas essas informações precisam ser absorvidas com muita reserva. Não são raros os casos de influencers que pregam hábitos de vida saudáveis, mas, na prática, não fazem nada daquilo. Isso, sem contar os patrocínios ou benefícios recebidos dos fabricantes dos produtos divulgados. Portanto, não se engane!

Evite dietas da moda e hábitos alimentares que pareçam demasiadamente estranhos, como restrições exageradas a determinados grupos de alimentos. Elas não são saudáveis e trazem vários danos ao seu organismo. Mesmo que seja possível perder peso no curto prazo, o preço para a saúde é alto: perda de massa muscular, cansaço, aumento de colesterol e mesmo doenças cardiovasculares. 

Um exemplo disso são as famosas dietas baseadas no alto consumo de proteínas e gorduras, que fazem com que o organismo entre em um processo de cetose, e a perda de peso seja rápida. Na verdade, ocorre, inicialmente, uma grande perda de líquidos, fazendo com que a pessoa tenha a ilusão do emagrecimento rápido. 

A manutenção dessa dieta pode até levar à perda de peso, mas é bastante difícil segui-la por períodos mais longos de tempo. Além disso, muitas pessoas fazem escolhas equivocadas de alimentos, utilizando produtos com grande quantidade de sódio e gordura de origem animal, com restrição de carboidratos saudáveis. 

Vale destacar que o consumo exagerado de carboidrato não é saudável. Porém, é preciso entender a diferença entre o carboidrato presente em pães, biscoitos e outros produtos refinados daquele encontrado em hortaliças e legumes. 

Assim, desconfie sempre das dietas supostamente milagrosas divulgadas pela mídia. Além de cada indivíduo ter um metabolismo específico, o ideal é que os programas de emagrecimento sejam sustentáveis ao longo do tempo e adequados à saúde e às necessidades da pessoa. Caso contrário, levam ao conhecido efeito sanfona, ou seja, situação em que o peso oscila constantemente. 

Procure, também, observar se as dietas têm respaldo médico. Verifique se existem estudos científicos que atestem os benefícios e, se possível, recorra a um especialista (nutricionista ou nutrólogo) para entender melhor a importância de cada grupo alimentar e onde encontrar os macronutrientes necessários à saúde. 

Descubra por que o veganismo é uma solução saudável e equilibrada

Além de ser mais sustentável do ponto de vista ambiental e minimizar o sofrimento animal, o estilo de vida vegano promove hábitos alimentares mais conscientes e, com isso, mais benefícios à saúde. No entanto, ainda há muita gente que não compreende a diferença entre ser vegano e vegetariano. 

Há, ainda, quem se diz vegetariano, mas consome ovos, leite e derivados — e até mesmo peixe! Então, vamos entender a diferença de cada opção alimentar e de estilo de vida e conhecer os verdadeiros benefícios do veganismo.

Peixe e frutos do mar

Quem consome principalmente frutas, verduras, legumes e hortaliças, mas diz que também se alimenta, mesmo que eventualmente, com pescados e frutos do mar não é vegetariano, nem (muito menos) vegano. 

Ovos e laticínios

Pessoas que consomem leite, ovos ou mel, mesmo que em preparos como pães e bolos, são chamadas de ovolactovegetarianas. Embora tais produtos não sejam carnes de animais, seu consumo também gera sofrimento.

Os animais são criados em cativeiro, em ambientes muitas vezes precários, com o objetivo único de produzir o alimento. É comum que as galinhas sejam debicadas, ou seja, têm seu bico decepado para não bicarem os ovos ou tirarem suas penas. As aves fazem isso pelo estresse do confinamento.

Já as vacas leiteiras e outros animais que produzem leite, como cabras, são afastados de seus filhotes e confinados para a produção de leite, dedicada à indústria de laticínios. É um conceito totalmente incompatível com o vegetarianismo.

Apenas alimentos vegetais

Quem consome somente vegetais é, de fato, vegetariano. Porém, é preciso atenção aos preparos dos alimentos: legumes ou verduras refogadas na manteiga (derivada de leite) não são vegetarianos. 

Essa é uma das grandes dificuldades de vegetarianos que precisam fazer refeições fora de casa, pois nem sempre é possível encontrar alimentos preparados puramente com fontes vegetais. Aliás, vale lembrar que o mel, utilizado para adoçar diversos preparos, também é produzido por abelhas, o que significa que tem origem animal.

Nada de origem animal

Além de não consumir alimentos derivados de animais, os veganos também não utilizam nada que tenha origem animal. Isso inclui calçados, bolsas ou roupas fabricados em couro, medicamentos ou produtos de higiene e beleza testados em animais e peças de vestuário em lã, peles ou seda, por exemplo.

Da mesma forma, veganos não frequentam locais de entretenimento que se baseiam no confinamento de animais, como zoológicos, rodeios e outros eventos do tipo. A principal diferença entre o vegetariano e o vegano é que os primeiros não comem nada de origem animal, e os segundos não consomem nada, qualquer que seja a finalidade.

Opção acessível e saudável

Assim, no contexto da alimentação saudável, tanto o vegetarianismo quanto o veganismo são boas opções. Além de serem uma dieta simples e acessível a várias pessoas, independentemente da situação econômica, não há dúvidas de que o consumo de alimentos naturais é mais saudável.

Existe um mito de que a alimentação baseada apenas em fontes vegetais é cara, pois muitas pessoas pregam a necessidade de consumo de sementes e oleaginosas, além de suplementos de proteína e algumas vitaminas. Mas a verdade é que não existe compra mais barata do que uma feira livre! Invista principalmente em alimentos da estação, evite desperdícios e confira a diferença.

Caso você queira acrescentar à sua alimentação oleaginosas, como nozes e castanhas, além de farinhas integrais, uma dica para economizar é a compra desses alimentos no formato a granel, normalmente disponível em feiras e mercados municipais. Quanto à suplementação, não costuma ser necessária. Em uma alimentação vegana equilibrada, apenas a vitamina B12 deve ser suplementada.

Confira como introduzir a alimentação vegana em seu dia a dia

Agora que você já compreendeu os diferentes estilos de alimentação e sabe que a opção pelo veganismo é saudável e sustentável, comece a colocá-la em prática. É claro que abandonar antigos hábitos não é simples, mas pequenas mudanças diárias fazem toda a diferença para que você alcance seus objetivos e consiga fazer a transição alimentar

Comece pesquisando receitas veganas e descobrindo como substituir determinados alimentos. Você sabia, por exemplo, que é possível fazer bolos e até mesmo um prato similar a omeletes utilizando grão-de-bico? Leites e derivados podem ser comprados prontos ou produzidos em sua casa, a partir de grãos como soja ou oleaginosas. 

Leites de castanhas, amêndoas, amendoim e até coco enriquecem seu cardápio e substituem com perfeição os laticínios de origem animal. A partir desses produtos, é possível fabricar queijos, requeijão, iogurtes e outros itens similares aos tradicionalmente feitos com leite animal.

É preciso destacar, entretanto, que serão produtos similares, mas não idênticos. Assim, é necessário adaptar e educar o paladar. No entanto, os benefícios são inúmeros. Além de contribuir para a redução do sofrimento animal, sua saúde também agradece a introdução de uma alimentação natural, livre de gorduras, corantes, conservantes, saborizantes e demais elementos prejudiciais utilizados pela indústria.

Vale a pena, também, consultar um profissional especializado em nutrição, que possa analisar quais são as suas necessidades específicas e orientar sobre as substituições mais indicadas para suprir sua necessidade de proteína. Além disso, um exame de sangue indicará a quantidade de B12 necessária ao seu organismo. 

Apesar de a influência da mídia muitas vezes ser danosa, já existem várias artistas vegetarianas e veganas que promovem a causa e servem de inspiração. Tais profissionais pregam não apenas a alimentação limpa de sofrimento animal, mas também produtos naturais e sustentáveis. 

Assim, além de adequar sua alimentação, procure se informar sobre os produtos que consome. É possível fazer isso entrando em contato com o próprio fabricante ou checando listas de empresas cruelty free disponibilizadas por organizações não governamentais (ONGs), como o Projeto Esperança Animal (PEA) e o People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), que também traz marcas internacionais.

Evite comprar produtos produzidos a partir de animais, como roupas, bolsas e calçados. Mas, se já tem esses itens em seu guarda-roupas, utilize-os até o final da vida útil, evitando, também, o desperdício. E, por fim, divulgue essa ideia e esses conceitos entre seus amigos e familiares, promovendo o consumo consciente e reduzindo o sofrimento.

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